sábado, 25 de outubro de 2025

Retornando pela segunda vez

   Oi queridos leitores deste blog, depois de longos sete anos eu estou de volta por aqui. Um dos meus dois fãs me enviou mensagem hoje perguntando do meu blog antigo e então bateu a vontade de dar as caras por aqui novamente.

   Sim, foram sete anos sem atualizar vocês com pensamentos aleatórios e deveras depressivos, mas agora retornei trazendo novidades. Uma grande novidade que está agora em meu colo enquanto escrevo. Esta tem nome e sobrenome, mas eu a chamo simplesmente de “Meu Luís”.

   Hoje sou mamãe de um menino fofinho e zangadinho, mas que veio para enterrar de vez a Keila do velho testamento. Hoje estou mais madura, levando a vida com mais leveza e com outras prioridades. Aprendi dar tempo ao tempo e viver o agora. Sei que vivi bem a intensidade da adolescência, ainda a amo, entendo que foi essencial para o meu amadurecimento, mas estou feliz com quem me tornei e não viveria tudo novamente, pois entendi que já não sou mais completa sem meu filho comigo.

   Com o Luís estou entendendo de fato o que Deus quer de mim, aprendi não apenas a ser mãe, mas estou me tornando uma pessoa diferente - não sei se melhor, mas talvez necessária - aprendi também a ser uma melhor esposa, filha e até uma pessoa mais consciente sobre a vida.

   Dizer que um filho nos transforma não é somente um clichê como eu pensava, de fato acontece e comigo está sendo maravilhoso.

   Por hoje é tudo, mas prometo voltar em breve com a permissão de Deus.

BeijoKs!💋


terça-feira, 4 de setembro de 2018

Perdida - Um Amor Que Ultrapassa As Barreiras do Tempo

Você já se deparou com livro que te tirasse do seu mundo e te jogasse em um lugar e época totalmente diferentes? Em “Pedida” é exatamente assim! Carina Rissi conseguiu me jogar em 1830 e viver um amor que transcende vidas junto com Sofia Alonso e Ian Clarke.

A história gira em torno de Sofia que vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz (Muito parecida comigo). Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento (Já comecei a me identificar). Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam (Eu na vida). Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa– ou se isso sequer é possível, pois é algo surreal (o que eu amo nos livros...). Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos... Perdida é uma história apaixonante que faz você também se perder gostosamente entre as páginas... Eu me apaixonei a cada capítulo... Você com certeza vai amar se perder tanto quanto Sofia e querer devorar até a última página.
O melhor de tudo é que no final da leitura você ganha um bônus com:




  

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Sobre um medo

Por acordar na inquietude
De uma madrugada de sombras
E gritar no seu íntimo
Agonizando com um medo sem igual
Medo que à ninguém mais desejo.

Até a mais suave brisa assombra
Não permito-me nem saciar a sede,
Pois o medo me faz de refém
Os meus sentimentos morrem
Impedindo-me de comunicar

É um medo que me impede, bloqueia
Me faz permanecer estática
Sem qualquer perspectiva
As horas avançam e eu aqui
Inerte.
Sem desejos, sem emoções

O medo levou até aquele sentimento...
Aquele que te faz gostar sem nada de volta querer
E nessa situação, o que fazer?
Um questionamento que o medo não permite resolver.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Influências


        Em alusão a Raquel Ordones, inicio esse texto com a seguinte frase: "Rebeldes não existem. O que existe são pessoas com idéias próprias que não se deixam influenciar." 

         Busquei por aí algo que me respondesse um questionamento que surgiu durante uma aula na universidade, mas embora o "Google" seja uma caixa riquíssima de informações, nenhuma foi suficiente para mim. Me perguntava o porque das pessoas não viverem as influências. Talvez para uns elas tenham apenas perspectivas negativas, mas eu penso diferente, acho que elas são fundamentais para o nosso crescimento.

         Desde que nascemos vivemos as referências das pessoas e dos ambientes ao nosso redor, e isso não faz de nós criaturas reféns de um sistema, afinal as coisas acontecem de forma espontânea.

         Agora imagine uma esponja. Essa esponja é posta dentro de um recipiente com água. Logicamente nós sabemos o que vai acontecer, a espoja irá absorver parte da água contida no recipiente. Assim também acontece com a gente, sempre absorvemos as coisas as quais somos submetidos. Acreditamos e concordamos que o homem é influenciado pelo meio, porém a partir do momento que ele adquire consciência do que é “certo” e ”errado” ele tem autonomia para decidir o que melhor lhe convém. Por conta disso as influências são fundamentais para um crescimento pessoal.

         "Até mesmo quem questiona as influências, o faz porque foi antes influenciado por alguém."

         Se você aí tem alguma opinião sobre o assunto deixe aqui nos comentários beleza? 
 






 BjK



P. S. Keila F.

domingo, 6 de março de 2016

10 dicas sobre amor:

  1. O amor não machuca. Abusos físicos e/ou emocionais não são parte do amor.
  2. O amor não é manipulador, ele não deve ser usado para fazer com que outros façam o que se quer. Você nunca deve ceder às exigências de alguém com base no: “Você faria isso, se você me amasse!”
  3. O amor é um sentimento intenso de cuidar de outra pessoa. Ele pode assumir muitas formas diferentes (romântico, simpático, familiar), mas é sempre sobre os cuidados.
  4. Embora seja verdade que uma grande parte do amor é colocar a felicidade de outra pessoa à frente da sua própria, isso nunca inclui comprometer seus valores ou não ser verdadeiro a si mesmo.
  5. Se alguém lhe pedir para fazer algo que você não quer fazer, a fim de “provar” o seu amor, essa pessoa não te ama do jeito que você imaginava que amava. Quando você ama outra pessoa, você não pede a ela para se sacrificar em nome desse amor.
  6. É muito fácil confundir o desejo pelo amor. A verdadeira medida do amor romântico é o compromisso e a confiança, não atração física.
  7. É possível sentir o amor romântico por mais de uma pessoa num determinado momento. Imagine se é possível, para você, amar seus pais ao mesmo tempo, por que seria impossível sentir o amor romântico por duas pessoas ao mesmo tempo? Não reprima-se emocionalmente caso se encontre nessa situação infeliz. Só não se esqueça de permanecer solteira e ser aberta e honesta com todas as partes sobre os seus sentimentos e confusão.
  8. Sexo não é amor. Amor não é sexo. O sexo pode ser uma parte do amor romântico, mas nunca é obrigatório.
  9. O amor romântico pode desaparecer. E nem sempre há um motivo. Quando alguém termina com você isso não reflete seus valores como pessoa ou que você tenha falhado.
  10. O amor nos faz sentir felizes, seguros e apreciados.
Crédito: ThinkstockCrédito: Thinkstock

 






 BjK



P. S. Keila F.

A Máquina do Mundo (Carlos Drummond de Andrade)


E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco

se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas

lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,

a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.

Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável

pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar

toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.

Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera

e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,

convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas.

(Trecho de A Máquina do Mundo, de Carlos Drummond de Andrade).

 






 BjK



P. S. Keila F.

O tal de "amor"

 Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.
 O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe da graça - que se chama paixão.
Mas tantos defeitos tenho. Sou inquieta, ciumenta, áspera, desesperançosa. Embora amor dentro de mim eu tenha... Só que não sei usar amor: às vezes parecem farpas...
Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil. - Clarice Lispector


 






 BjK



P. S. Keila F.